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Não sou dos maiores fãs de filmes de ação hollywoodianos, sobretudo quando um diretor utiliza os diálogos apenas para esclarecer o desenrolar de uma história. Em MI4 (ninguém chama assim, mas serve pra lembrarmos que este longa segue outros três,  que de certa forma foram ‘bem sucedidos’), Tom Cruise volta a interpretar o agente Ethan Hunt, com algumas características diferentes dos anteriores.
Mais velocidade – Você terá a sensação de estar correndo a 200 km/h junto com a trama; cenas de ação de causar vertigem; e muita ‘mentira’ nas explosões e batidas de carro, em que todas as vítimas sobrevivem (“e passam bem”).
O retorno da trama nuclear – Com uma nova abordagem, o filme resgata o estilo de vilões que planeja dominar/destruir o mundo, e com uma ‘boa intenção’, recriar a raça humana. Em anexo, o passado da URSS como plano de fundo do filme, mas sem os clichês da Guerra Fria.
Muita iTecnologia – Eu acho que perdi a parte em que Tom Cruise apresenta um comercial da Apple. Do início ao fim do filme, há referências aos produtos da Apple, como o iPhone, o iPad, o Mac e diversos gadgets eletrênicos disponíveis apenas para espiões. Eles são utilizados magistral (e simplificadamente) por Ethan e seus parceiros nas etapas da missão.
Mais risadas – Com um tom menos sério que nos filmes anteriores (mas sem tentar ser comédia) o filme provoca mais reações de surpresa e risadas que tensão. Eu mal percebi essa diferença, e estou curioso para ver a reação do público.
E, novamente, um bom filme para ser assistido no cinema. Se for ver a versão em 3D procure uma sala com tela IMAX. Faz MUITA diferença! Boa diversão.




Que tal juntar elementos importantes de Os incríveis, Toy Story e Up-Altas Aventuras, em um só filme? É isso que a produção francesa, Meu Malvado Favorito ,faz com maestria e ‘originalidade’— a idéia é muito parecida, com a de Up-Altas Aventuras. Mas o filme consegue ganhar o espectador, com um ladrão bonzinho, que tem seu coração mudado, ao adotar três crianças — ainda que para fins maléficos.
O roteiro, em nada deve aos grandes filmes da Pixar, produtora da qual incorpora muitas ideias. Há de se perceber a semelhança, entre os seres amarelinhos, que auxilian Gru, e aqueles bonequinhos verdes de três olhos, de Toy Story.  Alguns cenários futuristas, de Os incríveis também se fazem presentes em Meu Malvado Favorito — Uma curiosidade de Os incríveis: A primeira aparição dos tabletes (lê-se Ipad) teria sido nesse filme, o boato até faz sentido, considerando-se que Steve Jobs, ainda era o maior acionista da Disney, mas a ideia de um computador que se resume a uma tela sensível ao toque, já havia dado as caras nos cinemas antes (mais uma vez a vida imita a arte).  E por fim, outra grande semelhança da animação francesa com as produções da Pixar, é a própria história: um velho ranzinza, que muda ao conhecer uma criança; é... isso já rendeu um Oscar para a Pixar...
Basicamente, o filme atende bem a seu público, que não é apenas composto por crianças, afinal, quando se fala em animação hoje, nos referimos a adultos e crianças. Já temos até animações com foco no público adulto — que por enquanto ainda não chegam ao circuito comercial, caso de Metropia, filme sueco que passou longe de ver as luzes, e muito menos as bilheterias, do circuito comercial.
Meu Malvado Favorito obteve êxito nos EUA, chegando a ser a animação não americana, com maior lucro no País. Agora o filme deve ganhar uma sequência, no segundo semestre de 2013. Que deve seguir mantendo a mesma linha de sucesso, do primeiro filme, que aposta numa história leve, um tanto excêntrica, que conquista crianças e adultos pelos cinemas desse mundo, com muita simplicidade, aliás, essa é uma das receitas, de Steve Jobs.
Ao contrário,daquilo que se esperava meses atrás, quando ‘A rede social’ entrou em cartaz, o grande destaque, nesta 83ª edição do OSCAR®, ficou por conta, da história do rei gago, de ‘O discurso do rei’. O filme levou o prêmio nas categorias de:




Melhor filme: 'O discurso do rei'
Melhor roteiro original

Melhor diretor,para Tom Hooper

Melhor ator,para Colin Firth

Melhor filme.

Quanto ‘A rede social’, que conta a história da criação do Facebook, levou prêmios nas categorias de:

Melhor edição/montagem

Melhor roteiro adaptado

Melhor trilha sonora original, para a canção ’Trent Reznor e Atticus Ros’

Para ‘Cisne Negro’, filme que havia se saído bem no Spirit Awards, a situação, não foi melhor.O filme conquistou apenas o prêmio de Melhor Atriz, para Natalie Portman.

A excêntrica obra de Tim Burton,’ Alice no País das Maravilhas’ ,levou dois ,os quais são uma espécie de recompensa , para com o excêntrismo do filme. São eles os prêmios de:

Melhor direção de arte

Melhor figurino.

Na categoria melhor animação o vencedor, foi a já esperada ,obra da PIXAR,’ Toy Story 3’.Vale lembrar, que a alguns anos a Pixar não era nada,além de uma pequena produtora.Isso até ser comprada pelo dono e fundador da Apple Steve Jobs,que anos mais tarde a vendeu a Disney,por alguns bilhões de dólares.

Para ter acesso a lista de vencedores completa.Clique aqui.



Edson Gabriel Garcia,auto de Diário de Biloca
Não costumo ler muito quando se trata de livros,muito menos livros de histórias fictícias - talvez por não saber escolher - ,lembro-me apenas de um livro,deste gênero,que consegui ler,não me lembro de seu titulo neste momento,mas era uma história de um bruxo - ou algo parecido -(não era Harry Potter,já que deste,assisti apenas aos filmes),mas era bem interessante.Geralmente quando leio um livro,escolho-o por seu autor - algo me motivou a ler O empreendedor de Roberto Justus,pois na época gostava muito,do programa,do qual Justus estava à frente O Aprendiz,hoje não tenho mais paciência para assistir nem esse programa,que após a saída de Justus perdeu sua essência(embora João Dória esteja desempenhado um papel,que pode ser considerado "Bom" à frente do programa),muito menos o programa que Justus apresenta no SBT,já que não gosto muito dos realitys shows do canal,costumo acho-los chatos e tediosos,com raras exceções - ou por sua temática,como o que acontece com um livro que estou à ler,atualmente - tenho algumas dúvidas se conseguirei,alcançar seu fim,apesar de estar gostando,mas sou um preguiçoso,quando o assunto é exercitar minha leitura -,A cabeça de Steve Jobs ,uma personalidade,que considero muito interessante,aliás foi isso que justificou minha escolha pêlo livro,já que não conheço o autor Leander Kahney,um americano fanático pela Apple.

  Hoje,ainda que por obrigação li,um livro do qual inicialmente não gostei muito,talvez por não gostar da idéia de,um professor com uma certa idade,retratar o cotidiano de um adolescente,refiro-me ao autor do livro,Diário de Biloca,Edson Gabriel Garcia,um senhor já com certa idade(para saber mais sobre ele basta procurar na internet).Mas no decorrer das páginas,acabei de apaixonando pela história de Biloca,e a forma como o autor a conta(de forma simples e direta,uma linguagem bem jovial),passando por cima de tabus,comuns entre pais e filhos,como o da masturbação,paixões dentre tantos outros.SPOILER:Algo que gostei muito neste diário,é que ao invés de descrever o dia-a-dia de Biloca ele descreve um misto da imaginação de Biloca com sua realidade - mas o leitor só descobre essa informação nos últimos dias/capítulos do diário,algo que prende a atenção do mesmo -,o final é um pouco triste,ao menos para mim foi.