Começando pelo tema, este filme se diferencia de outros tantos do mesmo gênero. Lembrando obras da Pixar em seus melhores momentos, esta produção construiu uma trama complexa que discute questões existenciais com grande riqueza simbólica: apenas adaptar-se ao meio a sua volta ou assumir um papel de protagonista no mundo; tudo isso brincando com a capacidade do camaleão de se camuflar no ambiente. E esse conteúdo forte e instigante apresentado de forma a não desconsiderar a diversão.
E essa diversão surpreende todas as platéias possíveis ao combinar um grandioso estudo de personagem com cenas de ação desenfreadas e som poderosíssimo. Além disso, torna-se único por falar mais com o público adulto do que o infantil. Suas piadas são de um alcance maior para adolescentes em diante e suas inúmeras referências ao universo de filmes western (fisionomia de personagens, situações, espaços...) podem passar despercebidas a muitos olhos.
Quanto aos aspectos técnicos, também assistimos a um show na tela grande. Temos o maestro Hans Zimmer compondo uma trilha sonora de inigualável homenagem a Ennio Morricone e aos faroestes e um visual belíssimo, tanto na concepção de personagens longe de serem esteticamente bonitos, mas precisas na revelação de suas personalidades, como também no design artístico do velho-oeste (duelos no meio da rua, bares hostis...).
Rango deve, com certeza, aparecer no Oscar 2012. Podemos vê-lo concorrendo às categorias de Animação, Roteiro Original e Trilha Sonora. Quem sabe o veremos em várias outras. Quem sabe veremos um certo camaleão carregando debaixo do braço algumas estatuetas.
Ygor Pires (@YgorPiresMontei)
A trama em si já se revela um erro desde a formulação da ideia. O tom misterioso de conspiração não combina com o belo universo criado pelo primeiro filme e o fato de tornar Mate o protagonista força o aumento do número de piadas, muitas delas pouco inspiradas. No fim das contas, a Pixar criou uma obra voltada apenas para o público infantil, perdendo a sua essência de contemplar variados públicos, inclusive o adulto.
O desenrolar do tema também falha ao construir conflitos dramáticos superficiais e clichês, dentro da fórmula
hollywoodiana batida de “homem tem, homem perde e homem recupera”. E por fim, até mesmo a mensagem moral, algo que vinha sendo a especialidade da empresa, é equivocada e surpreende negativamente o tratamento dado à questão ambiental e a sua ligação à história.Porém, nem tudo é ruim. O design de produção é espetacular na concepção refinada do grafismo e da personalidade dos personagens e no contraste entre os ambientes das corridas (colorido e iluminado) e da espionagem (escuro e fechado). Igualmente elogiável é a montagem das cenas de ação, frenéticas e empolgantes.
Carros 2 pode figurar no Oscar entre as melhores animações. Sua indicação, longe de ser merecida, caso se realize será muito em função da marca Pixar.
Ygor Pires
O fazendeiro Ted (Peter Mullan), precisa de um cavalo para arar a terra de sua fazenda, esse cavalo deve ser raça pura. Mas num lapso de loucura, Ted acaba comprando, um cavalo que aos seus olhos é forte, mas que não é de raça e, portanto não serviria para o trabalho. Seu filho, que já havia tido um breve contato com o cavalo em seu nascimento, logo cria fortes laços com o cavalo Joe, e se compromete a treina-lo. Durante a guerra os dois amigos, são forçados a se separar, e o longa metragem narra toda trajetória do cavalo Joe, até que ele possa reencontrar Albert (Jeremy Irvine), em uma terra de ninguém.Cavalo de guerra, não é um filme para bilheteria — embora, o nome de Spielberg deva levar milhões de espectadores às salas de cinema—, mas um filme para Oscar. Outro fator que contribui ainda mais para isso,é sua época de lançamento nos EUA — fim de dezembro —,caraterística comum aos filmes que almejam um lugar ao sol na premiação.
A trama é lindamente apresentada ao espectador. Algumas cenas tem uma magia especial, que contribui muito para construção da personalidade do cavalo. Uma delas é quando o cavalo, salva seu amigo ( um outro cavalo )da morte, que vem acompanhada de — uma mostra da genialidade de Spielberg — um close no olhar de Joe.
A cena do reencontro entre Joe e Albert, é também maravilhosa. E embora todo o elenco seja desconhecido, todos estão muito bem.
O filme, ainda conta com brincadeiras, entre os soldados rivais, como quando soldados dos dois exércitos — rivais — se unem para salvar Joe. Nessa cena, você entende porquê Joe, é uma cavalo de guerra, e isso não se dá apenas porque os soldados assim o dizem, mas sim pelo fato de que graças ao cavalo, soldados, que outrora tentava se matar, se unem.
A história é perfeita, e o filme, com certeza é digno do OSCAR de Melhor diretor, e deve figurar entre os melhores filmes do ano.
Um dos charmes do filme é seu estilo épico. Coisa rara nas produções de hoje, apenas encontrada em algumas fitas como “O ilusionista”. Já, que como dizem,está fora de moda, porém Spielberg faz uso deste estilo brilhantemente recurso, como só um grande diretor, poderia fazer.
No Brasil o filme chega aos cinemas, no dia 6 de janeiro.
Robin Williams teve nesse filme, o seu primeiro sucesso no cinema. Nesse longa foi visto pela primeira vez como um ator para o cinema, já que antes era visto apenas como um ator de tv. Tamanha qualidade de sua participação, que foi indicado ao Oscar de melhor ator, mas acabou perdendo para Michael Douglas em Wall Street-Poder e cobiça. Embora seja boa, a atuação de Robin Williams é inexpressiva neste longa, talvez por isso não tenho levado o Oscar.Depois de anunciar ,que no próximo ano a votação para escolha dos vencedores do Oscar será feita por email , a Academia, anunciou que na categoria Melhor filme, deixa de ser obrigatória a escolha de dez filmes indicados ao prêmio. A partir do próximo ano, somente filmes que tiverem o devido mérito irão concorrer, ou como disse Bruce Davis( diretor executivo da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas)"Uma indicação para melhor filme precisa ser indicativo de grande mérito. Se apenas oito filmes tiverem méritos para concorrer à premiação, não deveríamos nos sentir na obrigação de arredondar o número para dez".
A ideia pode ser boa ,se aplicada da forma correta, sem que a influência dos grandes estúdios, pese mais do que a própria qualidade dos filmes. Essa é também mais uma forma do Oscar, tentar renovar seu público, o próprio aumento do número de indicados já era uma medida de tentar renovar público do Oscar, já que daria espaço a mais gêneros, e a mais cinéfilos.
Os poderosos de Hollywood,que até hoje não haviam aderido a sistemas eletrônicos,na escolha dos vencedores do Oscar, a partir de 2012 serão obrigados a votar através de correios eletrônicos pessoais (que não incluam intermediários).Até este ano a escolha dos vencedores era feita através de cédulas,que eram enviadas pelo sistema de correios,isso porque a Academia,temia fraudes,ou ataques virtuais,os quais poderiam prejudicar a decisão final.
A Academia parece estar se rendendo as novas tecnologias,e quem sabe um dia não comece a utilizar o streaming de vídeos,para que os jurados possam assistir a todos os filmes.Hoje,em categorias como a de "Melhor filme de língua estrangeira" a Academia,exige que o votante comprove,que assistiu ao filme.
A alegria, digna do carnaval carioca se vê logo na primeira cena de Rio, uma alegria que somente um diretor de alma brasileira como, Carlos Saldanha, conseguiria transmitir. O filme não chega a ser um retrato do Rio, como ele é hoje, e isso é um ponto positivo, afinal existem, na cidade maravilhosa, inúmeras coisas que apenas um carioca “da gema”, poderia entender. Um aspecto interessante da obra de Saldanha, é que Rio, apresenta ao mundo — e aos brasileiros de outras regiões do País— um “novo” Rio, diferente daquele que vemos no noticiário, ou em episódios da série americana The Simpsons. Rio mostra uma ponta do iceberg, que é a violência, de forma engraçada— e até sarcástica—, sem assustar aos que não conhecem a cidade. A história do longa ainda favorece a cidade, ao fazer de um dos um dos pássaros, ao invés do contrabandista — com cara de traficante—, o vilão.
A trama começa ,quando Blu, ainda era uma pequena arara azul com pouco tempo de vida (o filme não deixa isso muito claro), que vivia no Rio de Janeiro, até sequestrada e levada para Minessota, nos EUA, quando , ao cair do caminhão é achado por Linda, a partir desse ponto a história dá um salto na linha do tempo — que pode confundir, ou deixar a impressão de que falta história em alguns espectadores — e de um momento para outro, quando Blu chega ao Rio de Janeiro, diversas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo, nesse momento o roteiro é desorganizado, o espectador pode facilmente se perder na trama, e só tornar a “se achar” no caos, que havia se formado minutos depois, na cena em que Blu e Jade, são sequestrados.
É ótimo, ver que o mundo se interessa pelo Rio, pelo Brasil (Rio, liderou as bilheterias do mundo todo, na sua primeira semana em cartaz) — afinal, eles ainda vão ainda vão ouvir falar de nosso País por muito tempo — mas isso nos dá uma missão difícil, mas que devemos encarar. A principio essa missão é: “fazer bonito” na copa de 2014, nas olimpíadas de 2016, e nos anos que se seguirão, afinal dentro de poucos anos, seremos a quinta maior economia do mundo, e devemos demonstrar que somos capazes.
Rio, não é um filme merecedor de qualquer Oscar, é uma história divertida, que servirá como publicidade positiva para o Brasil, mas que possui um roteiro confuso, e personagens sem história, que vivem uma aventura juntos. Confesso senti falta dos anos, que não entraram no filme, e espero em breve vê-los numa sequencia, que se vier a existir enriquecerá muito os personagens, que nesse filme não tem um passado, como Blu, e principalmente Jade.
Aos conhecedores da história da Dream Works, que notaram alguma semelhança entre Antz e Vida de inseto, provavelmente devem ter percebido alguma similaridade entre o estreante no cinema Nico, e o já tradicionalíssimo Zé Carioca da Disney. Será mera coincidência?
Até 1940,a imprensa era informada com antecedência, sobre os vencedores do Oscar®, porém, neste mesmo ano, o jornal americano Los Angeles Times, resolveu quebrar o acordo que existia entre a Academy e a imprensa, de não revelar os resultados até o fim da premiação. Em resposta ao Jornal, e para evitar que o fato tornasse a acontecer a acontecer a Academy, começou a adotar com a imprensa, o mesmo sistema, que já adotava com o público, ou seja, todos somente saberiam, quem eram os vencedores, na noite da premiação.
O nome Oscar®, que inicialmente denominava apenas a estatueta, só começou a denominar a premiação quatro anos, após o inicio da mesma. A origem desse nome é até os dias de hoje motivo de muita controvérsia, porém a versão mais aceita é de que a secretária da Acadmy, Margareth Herrick, ao ver a estatueta, teria comentado que a imagem da mesma era parecida com a de seu tio Oscar Pierce, um fazendeiro texano, que provavelmente nunca imaginou que daria nome, àquele que anos mais tarde, tornar-se-ia o prêmio mais importante da sétima arte. Um jornalista ao ouvir isso, o reproduziu em seu texto. Outra versão sobre a origem do nome, Oscar®, conta que a atriz Bette Davis, ao ver a estatueta, numa brincadeira, teria dito, que a mesma se parecia com seu ex-marido Harmon Oscar Nelson. Para complicar ainda mais a história o colunista Sidney Skolsky, que foi o primeiro a utilizar o nome Oscar® na imprensa também reivindica a autoria do nome. Skolsky foi um conceituado colunista de cinema, que contou ao público, o que acontecia nos bastidores, como funcionava o cinema, Sideney, também foi dos primeiros jornalistas, a falar sobre os dublês.
O filme,que rendeu o OSCAR de Melhor ator coadjuvante para Christian Bale, pode ganhar uma sequencia, ou mesmo, se transformar numa trilogia. Foi, o que disse o protagonista e produtor do longa, o ator Mark Wahlberg. Mark se referia a três de grande importância, na trama do longa, os quais podem ser apresentados, um em cada longa. Esses “momentos de grande importância”, de fato, são três lutas que Micky Ward, personagem de Marck, trava contra seu maior adversário, o lutador Arturo Gatti. A primeira luta entre Micky e Arturo, já foi retratada no primeiro filme, assim as outras duas lutas serão retratadas em outros filmes. ![]() |
| Melhor filme: 'O discurso do rei' |
Melhor diretor,para Tom Hooper
Melhor ator,para Colin Firth
Melhor filme.
Quanto ‘A rede social’, que conta a história da criação do Facebook, levou prêmios nas categorias de:
Melhor edição/montagem
Melhor roteiro adaptado
Melhor trilha sonora original, para a canção ’Trent Reznor e Atticus Ros’
Para ‘Cisne Negro’, filme que havia se saído bem no Spirit Awards, a situação, não foi melhor.O filme conquistou apenas o prêmio de Melhor Atriz, para Natalie Portman.
A excêntrica obra de Tim Burton,’ Alice no País das Maravilhas’ ,levou dois ,os quais são uma espécie de recompensa , para com o excêntrismo do filme. São eles os prêmios de:
Melhor direção de arte
Melhor figurino.
Na categoria melhor animação o vencedor, foi a já esperada ,obra da PIXAR,’ Toy Story 3’.Vale lembrar, que a alguns anos a Pixar não era nada,além de uma pequena produtora.Isso até ser comprada pelo dono e fundador da Apple Steve Jobs,que anos mais tarde a vendeu a Disney,por alguns bilhões de dólares.
Para ter acesso a lista de vencedores completa.Clique aqui.
Uma conversa sobre OSCAR Cinema & CIA.Mediada pelo webreportér Rodrigo Rocha,com a participação de Igor Pires e Daniel Rodrigues (editor do Cinema & CIA)
A cerimônia do OSCAR vai acontecer hoje a noite (27/02).Ontem tivemos a última prévia, daquilo que devemos ver na cerimônia do OSCAR®, foi o Spirt Awards, uma premiação voltada exclusivamente para cinema independente, que aconteceu (no dia 26/02). O Spirit Awards, não contou com a presença de filmes como ‘A rede social’, entre outros filmes que também concorrem ao OSCA0R®. Porém, o Spirit Awards, nos dá sinais claros do que acontecerá na noite de hoje, e a partir desses sinais, podemos concluir que ‘Cisne Negro’, que no Spirit, levou o prêmio nas categorias de: Melhor fotografia, para Matthew Libatique ;Melhor atriz, para Natalie Portman ; Melhor direção, para Darren Aronofsky ; além do prêmio de Melhor filme. Será a grande surpresa do Oscar, podendo rivalizar com ‘A rede social’ até então, praticamente certo, para o prêmio de Melhor filme. Outro prêmio em que ‘Cisne Negro’, já pode contar com o prêmio, é o Melhor Atriz, para Natalie Portman, que já conquistou , a crítica mundial, por sua atuação nesse filme. No Brasil o crítico Mauricio Saldanha , do site Cinema com Rapadura, já fez, aquilo que se pode definir, como uma declaração de amor a Natalie Portman, e um vídeocast, do site.‘Bruna Surfistinha’, filme que está sendo lançado hoje, ganhará uma espécie de “resposta”. Isso porque a ex-mulher do atual marido de Raquel Pacheco, também terá seu livro adaptado para as telas. O filme que conta a história de Samantha Moraes, ex do atual marido de Raquel, atualmente está na fase da escolha do elenco, onde atriz como Ana Paula Arósio, Fernanda Vasconcellos e Aline Morais ,disputam os principais papéis; ou seja, o papel de Samantha. A mesma já disse ao Jornal Extra que quer “um elenco de primeira linha”.
A racha existente entre Raquel Pacheco, e Samantha Moraes, não é nova, e outrora, rendeu altíssimos índices de audiência, a programas como o Super Pop, apresentado por Luciana Gimenz.
A ideia, é que o filme com a história de Samantha, que será dirigido por Bruno Azevedo; chegue aos cinemas, até o final deste ano. Tamanha rivalidade existente entre, ex e atual. As duas também tem grandiosos objetivos, para com os filmes, da história de suas vidas. Raquel por exemplo, disse que espera, que seu filme, possa participar e vencer prêmios internacionais, entre eles o aclamado OSCAR®. Samantha, também espera algo parecido para seu filme. ‘Bruna Surfistinha’ entrou em cartaz hoje (sexta).
Em O VENCEDOR Mark Walberg vive Micky Ward, o protagonista da trama, que sonha em se tornar um grande pugilista. No comando de sua carreira está sua mãe Alice Ward , interpretada brilhantemente por Melissa Leo. Mas quem rouba a cena é Christian Bale no papel de Dicky Ecklund, irmão de Micky. Dick é um ex lutador de boxe, viciado em crack, e que tenta recuperar sua carreira. “O orgulho de Lowell” – esse era o slogan que antes pertencia a Dick na pequena cidade caipira, e que agora tende a se mover para Micky, o promissor talento.
Para se tornar um Vencedor, Micky precisa aprender a lutar com suas próprias mãos, sem a influência da família. Contudo o sucesso dele está mais ligado à sua família e ao seu novo romance, com Charlene (Amy Adams) do que ele possa imaginar. O desafio de unir diferentes personagens que sempre influenciaram suas escolhas pessoais, e torná-las capazes de contribuir positivamente para o sucesso de Micky talvez seja seu maior oponente.
O filme é narrado em um ritmo veloz, mesclado com cenas dos cinegrafistas que acompanham Dick em um documentário surpreendente para a HBO. Micky precisa evoluir da posição de ‘trampolim’ para outros lutadores, até alcançar o topo, e conquistar o cinturão de ouro que já pertenceu ao irmão. A jornada é longa, cheia de curvas e de escolhas que fizeram de Micky Ward, um personagem inspirado em fatos reais, num verdadeiro vencedor.
Críticas e Indicações
Tamanha a grandiosidade da atuação Christian Bale, que seu personagem chega a ofuscar Micky (Mark Walberg). Apesar do belo desempenho de Mark no filme, se comparado a outros longas, ele mantém um mesmo perfil apático de personagem, que parece contagiar sua carreira. Christian Bale ficou conhecido pela também brilhante atuação nos últimos filmes do Batman.
‘O vencedor’, foi indicado ao Globo de ouro nas categorias de Melhor filme de Drama; Melhor ator coadjuvante, para Christian Bale; Melhor ator de drama, para Mark Walberg; Melhor atriz coadjuvante, para Amy Adams e Melissa Leo; e Melhor diretor, para David O. Russell. O filme — no Globo de Ouro — nas categoria de Melhor ator coadjuvante e melhor atriz coadjuvante,para Melissa Leo.
Já no OSCAR® O filme concorre, nas categorias Melhor filme; Melhor ator coadjuvante, para Christian Bale Melhor atriz coadjuvante, para Amy Adams e Melissa Leo; Melhor diretor, para David O. Russel; Melhor roteiro original, para Scott Silver, Paul Tamasy, Eric Johnson, Keith Dorrington, Paul Tamasy e Eric Johnson; Melhor edição, para Pamela Martin. Resta agora saber o quão bem,o filme se saíra no OSCAR®,já que tal prêmio costuma,e nem sempre,repete os resultados do Globo de Ouro.
Rodrigo Rocha & Daniel Rodrigues,está matéria também foi públicada no http://www.juventudecarioca.com.br
O destaque na mídia especializada em cinema hoje,foi que o filme sobre a vida do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva,não tem mais chances na briga pelo Oscar® de melhor filme estrangeiro.Fato é: essa noticia não é novidade para ninguém,já que qualquer pessoa que acompanhe o universo cinematográfico,mesmo sem nunca ter assistido a ‘Lula o filho do Brasil’,sabe que a escolha de tal filme para representar o Brasil na briga pelo Oscar®,foi muito criticada pela impressa,especializada ou não.Hoje vimos apenas o resultado,de uma péssima escolha — que provavelmente tinha interesses políticos —,e quem pagará por essa escolha seremos nós brasileiro,já que ainda não será dessa vez,que o Oscar® virá para as terras tupiniquins.Ainda não pude assistir, ‘Lula o filho do Brasil’,mas pelos comentários que já li e ouvi a respeito do filme,fico muito decepcionado por saber,que num ano,no qual o cinema brasileiro nos apresentou jóias como ‘5X favela’,não termos sequer a chance de chegar as finais na briga pelo Oscar®,graças a uma imbecil tentativa de fazer política,provavelmente em busca de incentivo fiscais,ou simplesmente para enriquecer o ego de nosso ex-presidente,que aliás,foi ótimo presidente,pena que sua história não foi contada a altura com que deveria ser contada,nos cinemas,já que não foi digna de sequer chegar as finais na briga pelo Oscar®.
A noite teve sim algumas surpresas,mas o principal candidato ao Oscar® de melhor filme,acabou vencendo em três categorias no Globo de Ouro.Portanto agora já se pode esperar até a data do Oscar® para ver “A rede social” receber o Oscar® de melhor filme.Para que isso não aconteça seria necessário que acontecesse seria necessário que acontecesse algo totalmente inesperado,mas a academia do Oscar®,que é composta por especialistas em cinema (diferentemente do Globo de Ouro,que possuí jornalistas,que em alguns casos sequer são críticos)provavelmente já percebeu a qualidade apresentada por a “A rede social” e deve agir de forma conservadora,tornando oficial aquilo que todos já sabem,ao entregar o Oscar® de melhor filme ao produtores,de “A rede social”.Update
'A rede social' levou quatro prêmios.
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| Ricardo Darín |




