A presidente — ou ‘presidenta’ como a mesma utilizou em sua campanha —Dilma Roussef, foi eleita pela revista ‘Time’ uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Na mesma lista aparecem nomes como o do astro teen Justin Bieber, e o do músico inglês Sting, que ficou conhecido no Brasil, através da banda ‘The Police’.
O texto de apresentação da presidente Dilma Roussef foi escrito pela ex-presidente do Chile e diretora-executiva das Nações Unidas da Mulher, Michele Bachelet. Michele enfatizou as dificuldades, que Dilma deve encontrar durante sua jornada, recém iniciada ,como chefe de uma nação emergente em pleno Desenvolvimento.
Já na apresentação de Justin Bieber, o rapper Usher, enfatizou a autoconfiança de Bieber ,ao dizer que “garoto possuía uma certa confiança de que apenas uma estrela poderia ter”.Usher disse ainda, que apesar de tudo Bieber “é como qualquer outra criança a viver uma vida normal”.
Como já tradicional, Oprah aparece na lista, ela que já foi eleita diversas vezes como uma das mulheres mais poderosas e ricas do mundo.
A lista, chega a apresentar uma certa dose de ironia, ao agrupar numa mesma lista personalidades das mais diversas áreas, e isso é algo muito positivo, afinal artistas também, quão — ou até mais — influentes, que alguns chefes de Estado. Clique aqui e veja a lista completa.
Padilha também falou, que embora o presidente Lula, tenha sido um grande presidente no aspecto econômico, este também sofreu grandes derrotas, quando se trata de segurança pública. Particularmente, não acho que Lula tenha sofrido derrotas, no quesito segurança pública, prova disso, é que foi durante sua gestão que surgiu o modelo de UPPs, criado pelo Governo do Rio de Janeiro, e que até agora tem sido um exemplo de sucesso, o qual vem sendo observado por outros países. Lula, apenas não esteve na linha de frente da guerra na segurança pública, tal posição nosso ex-presidente reservou a vossos governadores, afinal um problema dos Estados, dificilmente poderia ter uma intervenção bem sucedida da União, tanto por questões politicas, quanto técnicas. O máximo que o Governo Federal, pode e deve fazer, é fornece apoio técnico, material as nossas secretárias de segurança pública,como aconteceu durante a invasão do Complexo do Alemão, no final de 2010, a qual tem se mostrado, bem sucedida, até o presente momento.
Qual o cinéfilo brasileiro, que nunca sequer ouviu falar da lei Rouanet? É a essa lei que muitos cineastas são gratos, e é graças à lei Rounet que o Brasil tem conseguido expandir seu patrimonial cultural, já que tal lei por meio de descontos em impostos estimula a iniciativa privada a investir em cultura. Mas em 2010, o Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura acabou levando um calote milionário, no valor de R$ 38.383.204,26, pois o Minc não sabe « onde esse dinheiro foi parar », como enfatizou a coluna Poder online, do Portal IG. Segundo a coluna esse dinheiro foi captado por projetos,que provavelmente nunca existiram,ou sequer chegaram a bancar os chamados « projetos fantasma ». Se o calote de quase R$ 40 milhões já é grande,saiba que poderia ser ainda maior,já que os 134 projetos que foram reprovados pelos técnicos em análise financeira do Minc,juntos somavam quase R$ 90 milhões,mas felizmente — ou infelizmente — conseguiram arrecadar apenas R$ 38.383.204,26. No Brasil,um dos casos de projeto fantasma — ou filme fantasma— mais famoso de todos,é o do filme ‘Chatô - O Rei do Brasil’,que nunca chegou a ser lançado,entretanto chegou a captar milhões de reais,entre 1995 e 1997.Em 2008 o ator Guilherme Fontes,que era diretor e produtor do filme chegou a ser acusado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por sonegação fiscal na prestação de contas do filme,e foi condenado três anos, um mês e seis dias,mas após recorrer da sentença,Guilherme foi condenado a dois anos e quatro meses,e obrigado a doar 12 cestas básicas no valor de R$ 1 mil à instituições sociais.
O destaque na mídia especializada em cinema hoje,foi que o filme sobre a vida do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva,não tem mais chances na briga pelo Oscar® de melhor filme estrangeiro.Fato é: essa noticia não é novidade para ninguém,já que qualquer pessoa que acompanhe o universo cinematográfico,mesmo sem nunca ter assistido a ‘Lula o filho do Brasil’,sabe que a escolha de tal filme para representar o Brasil na briga pelo Oscar®,foi muito criticada pela impressa,especializada ou não.Hoje vimos apenas o resultado,de uma péssima escolha — que provavelmente tinha interesses políticos —,e quem pagará por essa escolha seremos nós brasileiro,já que ainda não será dessa vez,que o Oscar® virá para as terras tupiniquins.Ainda não pude assistir, ‘Lula o filho do Brasil’,mas pelos comentários que já li e ouvi a respeito do filme,fico muito decepcionado por saber,que num ano,no qual o cinema brasileiro nos apresentou jóias como ‘5X favela’,não termos sequer a chance de chegar as finais na briga pelo Oscar®,graças a uma imbecil tentativa de fazer política,provavelmente em busca de incentivo fiscais,ou simplesmente para enriquecer o ego de nosso ex-presidente,que aliás,foi ótimo presidente,pena que sua história não foi contada a altura com que deveria ser contada,nos cinemas,já que não foi digna de sequer chegar as finais na briga pelo Oscar®.
A onda de retratar a vida de figuras políticas nas telas,já vem de um certo tempo,com filmes como ‘JFK - A pergunta que não quer calar’ (1991), ‘Nixon’ (1995) e ‘W.’ (2008).Tal onda também já passou pelo Brasil,em 2010 quando foi lançado ‘Lula o filho do Brasil’.
O Cinema & CIA,já havia noticiado,que o mandato de Arnold Schwarzenegger,como governador da Califórnia estava chegando ao fim,de tal forma que ele poderia voltar ao mundo da sétima arte.Entretanto Ivan Reitman,um diretor de Hollywood,que atualmente produz uma seqüência para a saga de ‘Caça-fantasma’,veio a público para desanimar os fãs de Schwarzenegger,ao dizer que o futuro deste é mesmo a política,já que em uma conversa com Schwarzenegger, Reitman notará que ele busca algo sério.
Está com saudade dos filmes de Arnold Schwarzenegger? Pois saiba que o mandato de Schwarzenegger como governador da Califórnia está chegando ao fim, e o futuro deste ainda é incerto, já que não se sabe se Arnold pretende continuar atuando no cenário político americano — agora, talvez como parlamentar — ou mesmo se Schwarzenegger
Porém,em meio ao discurso recheado de promessas do tipo “eu darei continuidade...” me bateu uma dúvida: e se fosse o Serra à estar discursando no Congresso Nacional,será que ainda assim,o discurso seria quão continuísta,quanto foram as palavras proferidas por Dilma? Talvez sim.E não é muito difícil acreditar nisso,já que um dos maiores motivos para o fracasso dos tucanos,nas últimas eleições,foi o medo de criticar Lula;uma das poucas figuras políticas do País a conseguir altíssimos índices de aprovação junto ao povo brasileiro.Algo raríssimo,num País como o Brasil,no qual política,ainda é considerado sinônimo de corrupção,e desonestidade.![]() |
| Plínio de Arruda Sampaio,candidato do PSOL nas eleições |
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| Marina Silva,candidata do PV nas eleições presidenciais de 2010 |



