Talvez a única inovação no filme seja mesmo o irmão do personagem principal, que evolui e cresce no filme de uma forma assustadora, para no final nos surpreender definitivamente. E ainda mais inacreditável é o posicionamento que Dé, personagem principal, tomará frente as atitudes do irmão, e como ele reagirá após atitude tomada pelo irmão mais novo , sem em nenhum momento se esquecer da relação de irmão que existe entre eles, nessa cena que considero o segundo clímax do filme. Spoiler (PARA LER SELECIONE O TEXTO) ( quando o personagem principal descobre que foi seu irmão quem sequestrou sua namorada,Nina — Vitória Frate— e o mata).A trama também é gênial, ao mostrar a ascensão de dois chefes ao tráfico, um deles mal e outro “bom”, que agrada a toda comunidade do morro do Cantagalo, onde a história se passa.
E como todo bom filme carioca, a paisagem é incrível, afinal trata-se da cidade Maravilhosa.
Talvez o único ponto em que filme deixe a deseja r, é quando se fala na atuação de Thiago Martins , no papel de Dé. Ao longo de toda a trama, quando se trata de um momento em que personagem deve estar acuado, com medo, o ator é genial, mas nas poucas cenas em que se exige do ator um pouco mais de personalidade, e atitude, isso não acontece.
No geral o filme é muito bem dirigido, com uma história bem escrita. E o melhor de todo o filme, é com certeza a sua cena final, quando numa visão aérea do que aconteceu na orla da Praia, vemos um coração ser formado pela multidão.
Ao final da trama da trama, varias questões acabam não resolvidas, como a homossexualidade do personagem, não se esclarece o que é insinuado — que a homossexualidade do personagem poderia ter alguma relação com sua posição.O filme assume essa pegada religiosa, e de certa forma brinca com a Fé das pessoas, que acreditam fielmente que Santinho, um ser humano instável tem poderes curativos e mediúnicos. E embora assuma características de filmes kardecistas, faz péssimo uso de tais características, numa história, estranha confusa, e mal contada.
O filme é salvo apenas pelas atuações, que em geral são muito boas. E Daniel de Oliveira dá um show na pele de Santinho. Assim como Dira Paes, na pele da coadjuvante Diana.
Outro aspecto positivo do filme,é nos proporcionar conhecer um pouco mais sobre a vida dos nortistas, e da população indígena. Além de nos proporcionar o prazer de apreciar as belas paisagens, do amazonas.
Conclusão: Em termos de história, o filme é fraco, a história parece inacabada, com um roteiro que deixa margem a muitas dúvidas. Quanto à menina morta, sua história é pouco explorada, e seu nome é mencionado no máximo uma ou duas vezes ao longo de toda a projeção.
O cinema nacional, ainda hoje sofre com preconceito por parte dos próprios brasileiros, que em sua maioria tem uma visão completamente estereotipada a respeito do mesmo, fruto de um gênero que marcou a o cinema nacional, no auge da ditadura, onde os cineastas, poetas, e escritores buscava uma forma de contorna as rígidas regras da ditatura que se estabelecia no País. Esse gênero é a pornochanchada, que na época criou na mente dos mais conservadores, a imagem de que todos os filmes nacionais era um “quase-pornô”(apesar de não haver cenas explicitas, nos filmes nacionais, por limitações impostas pela censura ).Até hoje o cinema nacional é vitima desses preconceitos, apesar de hoje, já não ser mais o mesmo,que fora na década de 70, quando apostava no erotismo como modo de conseguir público. Hoje o cinema nacional aposta em nichos de mercados específicos, com qualidade, prova disso são os filmes voltados à comunidade espirita, como Nosso Lar, Chico Chavier... O cinema nacional também tem feito grandes apostas na linha de comédias com títulos que variam desde humor um mais solto como o de Caixa Dois e A casa da mãe Joana, até filmes com “humor planejado” (por assim dizer) como a série Se eu fosse você. Hoje também já temos obras teatrais no cinema como Tempos de Paz, além de filmes de história como é o caso de Olga.A versão brasileira, conseguiu êxito chamando a atenção de crianças e adolescentes, e, para atender a uma demanda por conteúdo, para o público teen, existente no México —onde a televisa produz pouco conteúdo para essa faixa etária—,será também exibida por lá. A novela teen brasileira, também será exibida, por canal americano, voltado para os hispânicos. No México, Rebelde, estreia no próximo mês .
Se nos três primeiros filmes, Velozes & Furiosos era apenas uma série de carros turbinados e mulheres bonitas, desde o quarto filme, quando a trama deu sequencia a história do primeiro longa, a franquia retomou sua essência, e voltou ter uma história com personagens que a cada novo filme crescem perante o espectador, como Toretto (personagem de Vin Diesel) que cresce, e se mostra mais humano, a cada novo filme da franquia. Em Velozes & Furiosos 5, é isso muito mais que vemos.
Neste novo capitulo da saga de Velozes & Furiosos, Brian (Paul Walker), Toretto e Mia (Jordana Brewster), fogem dos EUA, e vem para a cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro, onde encontram Vince (Matt Schulze)— que estava sumido, desde o primeiro filme — e acabam se envolvendo, com um dos indivíduos mais influente entre os marginais da cidade, Hernan Reis (Joaquim de Almeida), a partir desse envolvimento, surge um plano para roubar Hernan. Um plano que Brian, Toretto, Vince e Mia (que neste quinto filme tem uma surpresa para Brian), não poderiam executar sozinhos, é aí que aparece o grande trunfo, deste quinto capitulo de Velozes & Furiosos: trazer de volta, personagens marcantes que haviam ficado esquecidos em filmes anteriores, como o próprio Vince, e outros como Han (Sung Kang), um personagem que pensei que tivesse morrido ainda em Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio, mas Han não é o único morto-vivo de VF5 (Velozes & Furiosos 5), já que numa das últimas cenas (após os créditos) há um sinal de que no próximo capitulo de VF outro (a) personagem de grade importância na trama irá retornar, e quem sabe nesse próximo capitulo não tenhamos uma explicação para Han não estar morto.
Não vá ao cinema, esperando ver somente paisagens cariocas, afinal não existem “muitos” desertos por aqui. Mas isso é justificável já que boa parte das cenas foi gravada em Porto Rico, e aos brasileiros de outros estudos: saibam que não existe uma “Sabesp-Rio”, quem sabe uma “Saberj”, será que a CEDAE não era cinematográfica o suficiente? VF5 está recheado de falhas desse tipo, em algumas cenas, chegam a ser exibidas placas em espanhol, “Isso é o Brasil” (fala de Toretto, numa das cenas mais importantes do longa)?
Velozes & Furiosos 5, tem inúmeras tiradas cômicas, a grande maioria delas se deve ao engraçadíssimo Roman Pearce (Tyrese Gibson), um dos personagens mais cômicos de todos os cinco filmes da franquia, além de uma dupla de latinos (que retornam do quarto filme). Roman é também uns dos personagens, de + Velozes + Furiosos, que retornam nesse quinto filme.
Se em Tropa de Elite, a policia Carioca — ou o BOPE —, foram transformados em “heróis”, em VF5, a policia carioca é apresentada, como uma instituição onde reina a corrupção. E é inferiorizada, diante de policiais norte-americanos que vem ao Rio para capturar Toretto. E é de dentro desta instituição, que Toretto irá tirar “a única” (fala Hobbs) policial honesta do Rio.
No ápice da trama, numa das cenas finais, protagonizada por Toretto e Hobbs (Dwayne Johnson) numa ponte— que não é a Ponte Rio-Niterói, mas sim uma ponte da cidade porto-riquenha de San Juan —, VF5 nos apresenta uma apresenta uma cena que remete o espectador, a outra cena marcante do primeiro filme, que na ocasião era protagonizada por Brian e Toretto.
Velozes & Furiosos 5 é um presente para os fãs da série, que a acompanham desde o inicio, entretanto um espectador que não tenha assistido a todos os cinco longas irá conseguir acompanhar a história tranquilamente, deixado de compreender apenas algumas piadas, ou mesmo a origem dos personagens. E de fato, Velozes & Furiosos 5, é melhor filme da franquia, mesmo contando com atuações fracas, e inúmeras falhas de roteiro, geografia, cenografia...
O Cine Belas Artes,que foi fechado em março, deste ano, pode ter o prédio, tombado. As discussões a respeito do tombamento terão inicio no dia 10 de maio ,quando acontece a próxima reunião do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp).Entretanto o tombamento do prédio não significa que o Cine Belas Artes será reaberto, significa apenas que a estrutura do prédio não poderá sofrer grandes alterações, o que pode inviabilizar a transformação do espaço numa loja, como pretendia o proprietário do imóvel. Porém, Fábio Luchesi Filho, advogado do proprietário, disse a impressa, que não acredita que o imóvel será de fato tombado.
O Brasil é de fato uma das nações que mais cresce no mundo. Entretanto, para a indústria cinematográfica, nosso País, somente começou a ganhar a importância que merece há pouco tempo, e particularmente, ainda não somos reconhecidos da forma que merecemos. Quem sabe agora, que nossos profissionais, começam a ganhar importância no exterior, o Brasil, comece a ser o Brasil no universo da sétima arte.
Por que tenho essa esperança? Porque cineastas brasileiros como Carlos Saldanha, e José Padilha, estão arrebentando pelo mundo. O primeiro deles, Carlos Saldanha, já havia conquistado o reconhecimento, que lhe é de direito ,ao dirigir os filmes da franquia ‘A era do gelo’, e atualmente é responsável, pelo roteiro, e pela direção, do megassucesso internacional ‘Rio’, filme que em seu primeiro fim de semana , faturou US$ 40 milhões apenas nos cinemas americanos. Por aqui, o filme estreou um pouco antes, e já havia faturado R$ 13 milhões, apenas no primeiro fim de semana. Quanto a Padilha, sua filmografia, embora curta é grandiosa, ao contar com filmes como ‘Tropa de Elite’, ‘Ônibus 174’, e ‘Tropa de elite 2’;e este último será lançado nos Estados Unidos e no Canadá, ainda este ano, no mês de outubro, com o titulo ‘Elite squad: The enemy within’,sem fazer nenhuma menção ao primeiro filme que nunca chegou a estrear por lá. Padilha também foi recentemente escolhido, pela MGM, para dirigir um remake de ‘Robocop’,tornando seu nome mundialmente conhecido, juntamente com o nome de nosso País.
Noticia boa para a indústria do cinema nacional. Dos três filmes com maior público em 2011 — até agora — ,dois são nacionais.
Infelizmente, a lista é encabeçada pela animação, norte americana, ‘Enrolados’, que segundo a distribuidora foi visto por mais de 3,9 milhões de espectadores. O segundo lugar na lista pertence, ao longa protagonizado pela atriz Ingrid Guimarães, ‘De pernas pro ar’, que teve mais de 3,5 milhões de espectadores.
Já o terceiro lugar, pertence ao filme do estreante Marcus Baldini. O filme, ‘Bruna Surfistinha’, conta a história da ex-garota de programa, Rachel Pacheco. Segundo a distribuidora Imagem Filmes o filme já foi assistido por mais de 2 milhões de espectadores, e já arrecadou por volta de R$ 18 milhões.
Alguém já parou para assistir, a TV senado por mais de 15 minutos? No máximo, entusiastas da politica, advogados, ou alguns poucos brasileiros, interessados em fiscalizarem seus candidatos conseguiram essa façanha. Porém, mesmo tendo menos de dois mil espectadores por minuto, o canal tem estrutura similar, a da afiliada da Tv Globo em Brasilia, a qual conta com aproximadamente 400 funcionários, enquanto que a Tv Senado, que em termos de audiência obtêm resultados muito inferiores em termos de audiência; conta com 340 funcionários.
Segundo a revista Istoé , a TV Senado alcançou seus maiores resultados no Ibope, no ano de 2005, durante a transmissão das CPIs do Mensalão e dos Correios. Na época, a TV chegou a ter mais de 15 mil espectadores por minuto, e no entanto contava com apenas metade equipe atual, e um quarto do orçamento atual, que é de R$ 40 milhões.
O brasileiro está sempre em busca de contornar as coisas,e para contornar o fracasso de ‘Lula – O filho do Brasil’ na briga pelo Oscar,a mídia brasileira — que quando escolhe algo,leva o público a escolher o mesmo — escolheu defender um documentário sobre o artista brasileiro Vik Muniz,que concorre na categoria de melhor documentário.O documentário é um longa metragem,uma coprodução Brasil-Reino Unido. ‘Lixo Extraordinário’(titulo do documentário), tem dois brasileiros como codiretores,sendo eles João Jardim e Karen Harley.
A onda de retratar a vida de figuras políticas nas telas,já vem de um certo tempo,com filmes como ‘JFK - A pergunta que não quer calar’ (1991), ‘Nixon’ (1995) e ‘W.’ (2008).Tal onda também já passou pelo Brasil,em 2010 quando foi lançado ‘Lula o filho do Brasil’.
Estréia no dia 21 de janeiro de 2011 a primeiro filme em três dimensões do Brasil.Tratasse de “Brasil animado”,o próprio nome do filme já é por demais sugestivo.Particularmente ao ver o trailer do filme fiquei decepcionado,vendo uma animação de qualidade inferior,aquela a qual me acostumei a ver em animações americanas.Entretanto essa comparação talvez seja injusta,principalmente se compararmos o orçamento da animação brasileira ao orçamento das animações americanas,que na maioria das vezes chegam a ultrapassar a marca dos US$100 milhões.Portanto chego a uma conclusão,ainda que de forma tímida,e com pouca qualidade,estamos a lançar nossa primeira animação em 3D,e ao invés de fazer qualquer comentário negativo,prefiro parabenizar aqueles que ousaram,dar ao cinéfilos brasileiros,o prazer de dizer “O meu Brasil também produz animações em 3D”.
A história que na versão original tinha um príncipe como herói,e tem agora um ladrão,nesse papel.A única coisa,que se mantém similar aos contos de fadas,mais comportados da Disney é a musicalidade do filme,que em alguns momento se parece com um musical.Na versão brasileira,um ponto fraco do filme é a dublagem do ladrão herói,a qual por diversas vezes me pareceu não se encaixar com a gesticulação do personagem,e em alguns momentos parecia não se encaixar com o clima que a história apresentava em um momento X, e está dublagem é feita pelo apresentador Luciano Huck.
Outro ponto criativo da trama é a flor do sol,a qual possuí poderes curativos,e rejuvenescedores,e por isso era utilizada por uma bruxa — não tão má,que assusta menos,que aquelas bruxas,as quais a Disney no apresentou anos atrás em outros contos de fadas —,mas certo dia essa bruxa,por um acidente,acaba não escondendo a flor mágica,e os guardas do reino,a encontram e a levam até a rainha que estava grávida e tinha problemas de saúde,e a tal flor mágica era o único remédio,que poderia salvar a rainha.A filha —a qual a rainha carregava no ventre quando teve problemas de saúde,e precisou do remédio produzido a partir da flor mágica— nasceu saudável,e com os poderes mágicos,que antes estavam na flor mágica.Mas com um rales detalhe — uma semelhança com a história de Sansão — essa filha da rainha,a qual se chama Rapunzel,não pode ter seus cabelos cortados,caso contrário,perde seus poderes.
A bruxa,que ainda nos primeiro minutos do filme recorria a flor mágica,para continuar jovem,agora vai em busca,de uma mecha do cabelo de Rapunzel,mas ao descobrir,que quando o cabelo de Rapunzel é cortado,perde o poder,ela acaba raptando Rapunzel.
Se você já conhece a história de Rapunzel,assista “Enrolados”,a história é a mesma,mas contada de uma forma diferente,contemporânea,adequada — não somente as crianças — mas também aos jovens de hoje,já que fala de um amor bandido.Ao final do filme,me restou apenas uma dúvida: Qual era a verdadeira da bruxa?
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| Mc Creu |






