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 2011 será mesmo um ano de grandes estréias voltadas para público infantil,afinal já estão garantidas as estréias de ‘Rio’, ‘Zé colméia’... E não faz muito tempo,que se teve a confirmação,que em tal ano,também estrearia,o segundo capitulo,da história de ‘Relâmpago Mcqueen’,e seus amigos : ‘Carros 2’,o filme tem previsão de estréia para o segundo semestre de 2011.
  ‘Relâmpago Mcqueen’,com apenas um filme,lançado,já criou um carreira,e pode se dizer que é hoje um dos personagens da Disney,mais queridos pelo público,sendo muito utilizado como tema,para festas infantis.
  Mcqueen,realmente faz por merecer,a fama que tem,já que em 2006,em ‘Carros’,protagonizou,uma das melhores produções da Pixar em todos tempos — entretanto,a Pixar,vêm se superando a cada novo filme lançado.
 No novo filme,’Mate’ o amigo caipira de Relâmpago,acompanha este até a cidade grande,onde conhecem novos carros,e vivem incríveis aventuras.O novo, ‘Carros 2’filme ainda com presente ao fãs do espião James Bond: é a participação Aston Martin DB5Aston Martin DB5.
  Em 2006 ‘Carros’ — a produção Disney — conheceu,e foi conhecido pelo mundo,que agora é seu fã.
  Os carros do filme ‘Carros’,também fizeram uma aparição no salão do automóvel,onde ficaram expostos até o dia 7 de novembro de 2010,quando teve fim,o Salão do automóvel em São Paulo,
 Já é tradição — na verdade,as produtoras estudam analisam o cenário... — mas todos os anos,a Pixar lança um  grande filme,é provável que em 2011,este grande filme seja ‘Carros’,assim como em 2010 foi ‘Toy Story 3’ — o qual ainda não pude assistir —,ou como em outros anos foi ‘Ratatouille’(2007) ,’Wall-e’ (2008),’Up altas aventuras’(2009).A Pixar a apostar nessa estratégia,porém é com certeza a produtora,que tem obtido maior sucesso ao apostar nessa forma de ‘vender seu peixe’,já que suas produções de altíssima qualidade,acabam caindo no gosto das crianças e dos adultos.




O menino da porteira,2009
Não é só porque ele é meu xará — meu nome também é Daniel —,mas gosto das atuações do cantor sertanejo Daniel,que geralmente é um bom ator,e parece evitar fazer personagens que não tenham nenhuma ligação com o universo sertanejo — na última novela em que atuou “( “Paraíso”da Rede Globo),fez o papel de o papel de um peão,que não se prende a nada,nem a ninguém.Não assisti à novela,em que Daniel interpretou esse peão,mas tendo assistido ao filme “O menino da porteira” (2009),e analisando sinopse da trama,achei os personagens um tanto parecidos, “um peão que não se prende a nada, nem a ninguém”,e vive solto nesse “mundo sem porteira”.

“O menino da porteira”,é filme produzido com qualidade,tem boas atuações,mas a história é ruim,antiga,parece que esqueceram de adaptar o roteiro original dos anos 70 (do qual o filme é um remake ),aos dias de hoje,já que a história segue um ritmo lento,e e por diversas vezes,para antiquada.Não tenho preconceitos para com o universo “country” (sertanejo),mas o filme,com seu jeito boiadeiro,(me parece hoje )fadado ao fracasso,nos grandes centros urbanos,onde os espectadores não entendem de boiada,peões,etc. Ou seja,as pessoas podem não entender muito bem,o enredo filme.
Apesar do da excessiva divulgação da imagem de Daniel,no lançamento do filme,ele,apesar da boa atuação,não foi o ator que me chamou mais atenção,sendo este o ator mirim João Pedro Carvalho,que realmente convence o espectador,se em algum momento o espectador (que vive no centro urbano,assim como eu) consegue mergulhar na trama,é graças a ele.
SPOILERS: A cena mais triste em todo o filme,é também protagonizada,pelo jovem,porém talentoso João Pedro Carvalho,está é,a morte de seu personagem ,Rodrigo,que também pode ser chamado de “menino da porteira”,mas esse é o máximo de emoção que o filme nos proporciona.
A morte do major é uma das cenas que mais odiei,em todo o filme,não sei,se foi devido ao clichê,mas já nos primeiros momentos em que o personagem de Daniel,leva o major para curral (não tenho certeza se é curral,o nome dado aquele local),já sabia,como o major morreria,mas ainda assim continuei acompanhando a trama,na esperança de um final surpreendente, à la Hitichcock.



500 dias com ela,2009
 Não gosto muito de filmes românticos com finais felizes,até porque não acredito muito na existência destes na vida real, considerando isso,o filme ou apenas sua história acaba sendo muito irreal. “500 dias com ela” não tem um final feliz,mas diferentemente de outros romances,o filme também não tem um final infeliz,já que cada personagem segue seu caminho e é feliz do seu jeito,do jeito que escolheu,o como o filme nos transmite,da forma que o destino lhe reservou.
  Não consigo concordar,quando se diz que “500 dias com ela” é uma comédia,o filme tem cenas que tentam,sem sucesso,arrancar algumas risadas do espectador,mas é na verdade um romance,ou mesmo um drama.Zooey Deschanel aparece, em “500 dias com ela”,melhor do que em “Fim dos tempos” (2008),mas ainda não consigo esquecer sua participação neste último filme (citado),e apesar de aparecer melhor em “500 dias com ela”,não é uma atuação surpreendente,e sim aquilo que se espera de uma atriz de nível médio,para Zooey Deschanel suas principais qualidades continuam sendo cabelos negros que em contraste com sua pele branca,acabam transformando-a numa figura marcante,de incrível beleza — aliá à acho muito parecida com a cantora pop,Katy Perry.
 Os fatos,que são apresentados fora de ordem cronológica,podem acabar confundindo um pouco o espectador,já que passagem na qual os dias são exibidos,chama pouca atenção,e para os mais desligados pode passar despercebida.Apesar da atuação na muito atraente como coadjuvante,o filme “ganha pontos” com o espectador,graças a atuação agradável de Joseph Gordon Levitt.
 Na cena em que o personagem de  Joseph Gordon Levitt,sai a dançar pelas ruas,lembra os grandes musicais como “Grease”(1978),entre outros.
 “500 dias com ela”,consegue prender a atenção do espectador,fazendo com que este espere por um clímax que nunca chega.Mas ainda assim vale a pena ver este filme,que por muitos é considerado um “chick flick” (filme  para mulheres).



Alvin e os esquilos 2.2009


 Ainda não consigo acreditar no sucesso que “Alvin e os esquilos” (2008) fez no Brasil,e no resto do mundo — exceto pelos EUA,onde esquilos fazem parte da cultura e imaginário das crianças.Nunca vi nada demais nas animações em  live action  — como, “Garfield” (2004), “Garfield 2” (2006),etc.Entre as animações em live action,a única que se salva (quando se trata de qualidade ) são os filmes da série “Stuart Little” (apesar de que neste caso,quando a série chegou ao seu terceiro filme,desistiram de fazer o misto de realidade e animação,conhecido como live action,e fizeram do filme uma simples animação [live action é um termo que também pode ser usado para definir personagens que são humanos,e não meras animações] ).
  A história de “Alvin e os esquilos 2” (2009,seqüência do sucesso “Alvin e os esquilos”,de 2008 ),é até animadora,mas a história é muito irreal,e por inúmeras vezes parece subestimar a inteligência de seu espectador.Se você não assistiu a “Alvin e os esquilos”,provavelmente você deve ficar “perdido”,na história de “Alvin e os esquilos 2”,se não como entender porque o empresário porque o empresário interpretado por David Cross,é odiado pelos esquilos.
  “Alvin e os esquilos 2”,começa num show dos esquilos,onde Dave (Jason Lee),sofre um acidente,devido ao qual,passará grande parte do filme num hospital.O melhores momentos de “Alvin e os esquilos 2” se dão quando os esquilos ingressam na escola,é uma pena,que no decorrer da história,o filme acabe se esquecendo dos personagens da escola — que voltam apenas ao final,para rápida aparição durante os créditos — para dar destaque as “esquiletes”,que “caem de pára-quedas” na história,e a partir daí,são mostradas como concorrentes,mas ao mesmo tempo fãs,de Alvin e seus irmãos,e no decorrer da história serão apresentadas como pares dos esquilos masculinos,chegando a usar roupas combinando com seu par masculino.A história de “Alvin e os esquilos 2” ainda está repleta de lições de moral — nos moldes da Disney. 



Planeta 51,2009


 Atualmente vivemos a éra dos Vampiros,prova disso é o lançamento de uma sátira ao gênero. “Os vampiros que se mordam”,que estreou na última sexta-feira.Mas o ano de 2009,foi marcado pelas ficções científica — em geral invasões à planetas,seja este planeta a Terra ou Pandora,ou até mesmo T.E.R.A. (de “Batalha por T.E.R.A.”,que só estreou a poucas semanas no Brasil,mas é uma produção de 2007).
  Não vivi os anos 50 brasileiros,muito menos os americanos,portanto,não entendi muito bem as comparações feitas pela critica — com exceção das músicas que se pode ouvit em determinadas cenas,que em sua maioria são símbolo da década em questão,e nos remetem a está — do filme “Planeta 51”,para com estes anos.O filme retrata a chegada de um terráqueo,a determinado planeta (o filme não claro,o nome deste planeta,mas pelo titulo pode-se facilmente deduzir,que este seja o planeta 51,um nome,um tanto genérico para um planeta,mas se considerarmos que um planeta,recentemente descoberto foi batizado de “Gliese 581 G”,tal nome pode ser considerado,”até realista”),onde encontra com o jovem Lem — que particularmente,achei muito parecido com a com a jovem Maia de “Batalha por T.E.R.A.”—,cuja o qual tenta ajudar o terráqueo,a voltar para casa.
   Conclusão:se você já assistiu a “Batalha por T.E.R.A.” é extremamente desnecessário assistir à “Planeta 51”(o filme é  uma produção 2008,apesar de ter sido,lançado no fim de 2009),exceto se você deseja assistir,à uma versão de “Batalha por T.E.R.A.” com uma versão do ogro, Shrek,ou um filme com menos lutas,e mais lições de moral,fora isso o filme tem até um robozinho de grande importância,assim como aquele,que fica encarregado pelo terráqueo amigo de Maia de ajudá-la,aliás o crítico Celso Sabadin,disse que esse robozinho,seria versão,daquele outro robozinho,muito mais famoso,da produção da Pixar,”Wall-e”(2008,no caso do robozinho de “Batalha por T.E.R.A.”),mas particularmente,acho que isso não faz muito sentido,já que “Batalha por T.E.R.A.”,é um filme de 2007,e ,”Wall-e”,só seria lançado um ano depois,e vale lembrar também,que a Pixar,foi fortemente influenciada por Steve Jobs — que em 2006,vendeu a produtora à Disney — um homem,que diz que o segredo é a alma do negocio — ao menos quando se trata de tecnologia.



Tainá 3,estreia em janeiro de 2011


  Deve sair ainda no inicio do próximo ano,a terceira parte da franquia “Tainá”,dessa vez a indiazinha Tainá,não será interpretada pela atriz paraense de origem indígena Eunice Baia,que deu vida a Tainá nos dois primeiros filmes da franquia.O último filme da franquia, “Tainá 2”,foi lançado em 2004,quando Eunice ainda tinha 14 anos,hoje aos vinte anos ela foi obrigada a abrir mão do papel que lhe consagrou,por ter crescido.Da mesma que Eunice foi selecionada para o papel —através de um processo seletivo,que envolveu mais de 3000 crianças de todo o país — foi escolhida uma substituta,para papel de Tainá,a escolhida foi a menina Wiranu Tembé,de origem indígena.Claudio Barros produtor,do longa saiu em busca de uma menina que pudesse substituir Tainá,por todo o Brasil,mas acabou encontrando Wiranu,apenas em outubro de 2009,durante os Jogos Indígenas,que são realizados na cidade paraense de de Paragominas.
  Cláudio em entrevistas recentes,contou que a menina não procurou a produção,mas sim foi achada pela produção,que precisou pedir autorização a FUNAI,para conversar com a família de Wiranu,e convencer está,a autorizar que Tainá fizesse um teste para a produção.Após o teste,Claudio disse que chegará ao fim sua busca,pois Wiranu,era perfeita para o personagem,era destemida e corajosa,assim como Tainá.Disse Claudio.
Mas ainda havia alguns pequenos detalhes a serem resolvidos : “Tainá 3”,exigia uma atriz que tivesse aproximadamente 8 anos,já que esta seria a idade da personagem,mas a equipe ficou tão impressionada com Wiranu,que decidiu adaptar o texto para ela.Mas ainda havia outro problema a ser resolvido, a jovem Wiranu,não sabia falar português,mas vem aprendendo durante,a produção do longa.
  Tainá 3 tem previsão de estréia para janeiro de 2011,e traz no elenco nomes como o de Guilherme Berenguer,e a própria marca “Tainá”,que se consagrou ainda em 2000 quando o primeiro filme foi lançado.A série é uma aventura infantil geralmente com boas atuações da personagem central,mas sem maiores destaques.



The event,estréia em outubro
Estréia em outubro “The event” a nova série do Universal Channel,a série estreou nos EUA,no dia 20 de novembro pela rede (americana) NBC.A série conta a história de Sean Walker (Jason Witter),rapaz que sai em busca de sua namorada,a jovem Leila (Sarah Roemer),que desapareceu misteriosamente,mas enquanto procura Leila,Sean se depara com acontecimentos inexplicáveis,que influenciam a vida de um grupo de pessoas,que inclui desde o recém eleito presidente,até o pai de Leila.
A série apresenta desde seu primeiro episódio um mistério, “o que é o evento”, ou “qual é o evento”,e por apresentar tantos mistérios e conspirações,a série está sendo compara a uma outra,também “conspirótica” (conspiratória),que terminou recentemente, mas que ainda está na memória de muitos fãs, “Lost”.Mas “The event”,não é a primeira série,que tenta dar continuidade ao legado de “Lost”,as últimas séries que tentaram dar continuidade a esse legado foram “Persons Unknown” — que não foi exibida no Brasil — e “Flashforward”,nenhuma das tentativas vingou,sendo a última cancelada ao término da primeira temporada.
“The event”,conta com o ator Blair Underwood,interpretando o presidente dos EUA,Blair já foi apontado como uma versão de Obama,para a tevê — a versão de Obama no cinema,foi feita por Danny Glover,em 2012 (o filme,de 2009).A série conta ainda com uma prisão,que na sinopse lembra muito,a conhecida Guantánamo,já que não se sabe muito sobre ela e seus presidiários,mas na versão televisiva,a prisão está localizada no Alasca,e não numa ilha cubana.
Particularmente,nunca gostei de “Lost”,só assisti a primeira temporada da série,mas agora,apenas tendo lido a sinopse de “The event”,já estou curioso,para saber que evento tão extremo é esse,que da nome a série.
“The event”,estréia dia 18 de outubro(segunda-feira),às 22h00m,pelo canal Universal Channel.



Bastardos inglórios,2009


 Não vi muitos filmes,de Quentin Tarantino,e já fazia tempo que não voltava a assistir um — os únicos e últimos que assisti foram, “Kill Bill vol.1”(2003) e  “Kill Bill vol. 2”(2004),e nem gostei muito destes dois filmes.Assistindo a “Bastardos inglórios”(2009),não mudei em muitos aspectos,a opinião que tinha sobre Tarantino,ele sabe escolher trilhas sonoras de qualidade inquestionável,e seus filmes tem sempre roteiros de excelente qualidade,mas que por diversas vezes,parecem que nunca chegarão ao fim,como acontece na primeira cena de “Bastardos inglórios”.
  Os poucos filmes de Tarantino não são filmes comuns,afinal quantos diretores colocam uma seta com o nome do individuo sobre este,para identificar um personagem ? Não tenho certeza da resposta,mas tenho certeza que não são muitos.
  Entre todo o elenco de “Bastardos inglórios”,o grande destaque fica por conta do austríaco,Christoph Waltz,que interpretando o cínico general nazista Hans Landon,pode conquistar sua antipatia ou seu amor.
  Se comparado aos dois volumes de “Kill Bill”, “Bastardos inglórios” não é tão violento,mais ainda assim o filme não deixa de ser violento,afinal é uma produção assinada por Quentin Tarantino.
   A história de “Bastardos inglórios”,começa com o “caçador de judeus” (apelido do personagem de Christoph Waltz),chegando a uma fazenda leiteira,na França em busca de judeus escondidos,a partir daí a trama se desenvolve da forma mais interessante possível.
  O filme tem altos e baixos — já mencionados acima — mas em geral,a história é excelente com tiradas de humor nos momentos mais inesperados — geralmente, iniciadas pelo personagem de Brad Pitt —,momentos de humor que acabam fazendo com que você se esqueça da violência que acontece quase simultaneamente — como cabeças sendo acertas por taco de beisebol.O filme tem também a capacidade de envolver o espectador,a ponto de fazer com que este,fique ansioso pela vingança do mocinho.Mas o filme cria uma imagem muito caricata de Adolf Hitler (Martin Wuttke).



2012(2009)


  É difícil ver um filme que menciona a crítica — seja ela cinematográfica, ou literária — ir bem de crítica,e não é diferente com “2012”(de 2009),embora a menção feita por 2012 à crítica seja mínima,e sem grande importância na história,ela levanta aquela teoria,pouco conhecida, “será que falar da crítica dá azar ?”,bom,se pararmos para prestar atenção nas críticas que o filme recebeu,é melhor não falar da crítica.Mas ao mesmo tempo que “2012”,foi um fracasso de crítica — chegando à ser apontado como uma das maiores decepções de 2009 — ,foi também um sucesso de bilheteria,portanto, tirem suas próprias conclusões.
   Se você é do tipo que ainda não se cansou,de ver o mundo ser destruído nas telas do cinema,e quando assistir à um filme,não busca realidade,mas sim muita ficção,você até pode vir a gostar de “2012”,mas o filme é muito surreal,a beira do ridículo — me pergunto até agora como aquele pequeno avião conseguiu passar por baixo de tantos prédios caindo,e não ser atingido por nenhum deles,ou como Curtis (personagem de John Cusack),pôde ser tão sortudo,sobrevivendo até o final do filme.
   O roteiro chega à envolver,com um personagem “comum”,mas perde muito no decorrer da trama,pelas idéias e ações mirabolantes deste.Quanto ao personagem de Cusak,pode até se dizer que foi até “bem desenvolvido” — o melhor personagem,é o cientista vivido por Chiwetel Ejiofor,mas é muito bonzinho e chega a ser surreal,assim como todo o filme — se comparado com o político de um único discurso,vivido por Oliver Platt,que é um dos piores personagens de todo o filme,pessimamente desenvolvido e pouco explorado.
   O filme também é excessivamente patriota,para com os EUA,principalmente se considerarmos que um dos personagens mais simpáticos da história é o presidente americano — aliás,o filme parece já fazer campanha para Barack Obama,já que tem
Danny Glover,no papel do presidente simpático.Não se engane com o pôster de “2012” distribuído no Brasil,a cena do cristo redentor desmoronando,não chega à ter mais de 10 segundo,e é uma mera reprodução de um noticiário de TV,que chega a dizer “imagens da Globo News”,o crítico Rubens Ewald Filho,chegou a indagar,sobre a força da Globo,para conseguir essa menção comercial.Se o filme fosse uma produção,da Warner e não da Soy,muitas já teriam ligado essa menção comercial,ao acordo que supostamente existiu entre as duas empresas.
  E o que dizer do final,onde todos aparecem felizes,até a filha do presidente que morreu,parecem ter se esquecido,que muitas pessoas morreram e pouquíssimas sobreviveram.
  O filme parece ter vindo para tentar responder as dúvidas,ou aguçar a curiosidade das pessoas,em torno do dia  21 de dezembro de 2012,então como já disse a crítica Angélica Bito, “veja antes de 21 de dezembro de 2012” (para não perder o interesse),e não esqueça de desligar seu senso crítico,como disse o crítico Rubens Ewald Filho. 
O “Canal Brasil” Brasil chega a adolescência,completando 12 anos neste dia,18 de setembro.O canal que em 1998 nasceu de uma joint venture,entre um grupo de cineastas,e a programadora “GLOBOSAT”.Para comemorar o aniversário de 12 anos o “Canal Brasil” lançou a série “Vampiro carioca” no dia 17 de setembro à 0h30m,e no dia 27 de outubro às 22h0,o canal estréia (na TV) o filme “É proibido fumar”,lançado nos cinemas no final de 2009,filme que foi muito bem de crítica,sendo grande premiado do festival de Brasília de 2009,mas não foi tão bem nas bilheterias.
“Vampiro carioca” é uma micro série com episódios,de pouco mais de cinco minutos,a série conta a história de Otoniel (Fausto Fawcett),um ascensorista,que se imagina como um vampiro,um vampiro carioca.
Ainda no mês de aniversário do “Canal Brasil”,teremos a estréia da série "Na trilha de Macunaíma”,a série traz fatos marcantes na história do Brasil,narrados por atores da companhia Mulungo. "Na trilha de Macunaíma” estréia no Canal Brasil,no dia 28 de setembro,às 20h15m.
Mas as novidades não param por ai,no mês de outubro o “Canal Brasil” estréia (na TV)filmes como “Bela noite para voar”(2009)— no dia 18 de outubro — dentre outros. — no dia 25 de outubro — “O menino da porteira”(2009) — no dia 11 de outubro — “E stômago”(2007) — no dia 18 de outubro — dentre outros.
O “Canal Brasil”,apesar de ser considerado um dos melhores canais da TV por assinatura brasileira,sofre com a baixa audiência,devido ao fato de estar presente em poucas operadoras,e nestas poucas operadoras estar presente nos pacotes mais caros.Mas segundo André Saddy (em uma entrevista concedida o jornal “O Globo”),um dos sócios do “Canal Brasil”,audiência é um fator importante no canal,mas não decisivo.Saddy disse ainda que um dos maiores diferenciais do canal,e fugir da mesmice,existente na TV por assinatura.



"Nosso Lar"(2010)
Hoje,em plena segunda-feira,finalmente consegui assistir à “Nosso Lar”(2010),a conhecida obra de Chico Xavier,que recentemente,teve sua versão para o cinema lançada.Juro que inicialmente não tinha grandes expectativas para o filme,mas me surpreendi.Antes de comentar “Nosso Lar”,aviso previamente à meus leitores,os seguintes comentários referem-se somente ao filme,e não a religião,cuja a qual o filme aborda.
De acordo com o que vi na platéia — aliás essa platéia me surpreendeu,já que estava cheia,às 16 horas de segunda-feira,algo que justifica a afirmação feita pela Fox (distribuidora do filme),que no dia 8/09,disse O longa ‘Nosso lar’,já ultrapassou a marca de um milhão de espectadores”— ,o filme parece chamar mais atenção,daquelas pessoas que tem mais idade,pessoas que por sua vez acabam levando consigo (ao cinema),seus filhos/netos.
A qualidade da história é inquestionável,história que não tem uma definição exata — particularmente,ainda não sei dizer se “Nosso Lar” é uma aventura,um suspense,ou qualquer outro gênero —,mas acho que definir “Nosso Lar”,como um “drama”,não é “exatamente” correto,já que o “drama” é um gênero muito abrangente;talvez a melhor definição para “Nosso Lar”,seja mesmo aquela que o define como,um “filme espiritualista”.
Na cena em que a personagem Eloisa (Rosane Mulholland),diz a André Luiz (Renato Prieto),que pretende fugir de Nosso Lar,a idade do roteiro,parecido ter pesado um pouco — “Nosso Lar”,foi psicografado por Chico Xavier,em 1943 —,já que os textos desta cena,acabaram sendo muito antiquados — ultrapassados — e conseqüentemente,a cena não alcançou o grau de emoção,que poderia ter alcançado,se utilizasse um roteiro mais atual.
Outras cenas também me chamaram a atenção, na verdade me emocionaram — não cheguei a derramar lagrimas (embora não tenha problemas com isso) — mas tais cenas me fizeram refletir um pouco.A primeira delas foi a cena em que André Luiz,reencontra sua mãe,e os dois se unem num emocionante abraço,essa cena não é nova — aliás é comum em certos programas de TV,que costuman reunir famílias,que há muito tempo estão separadas — mas pelo fato de se tratar de ficção,e a trilha sonora que foi combinada a cena,a tornaram inesquecível.É difícil falar dessa cena sem elogiar aos atores, Elma Egrei ( mãe de André Luís ) e Renato Prieto ( André Luiz ),que em minha singela opinião,protagonizaram uma melhores cenas de reencontro entre mãe e filho do cinema nacional,que embalada pela trilha sonora,americano Philip Glass,se tornou ,particularmente,inesquecível.
A segunda cena que muito me emocionou, foi aquela em que o governador (Othon Bastos ),fala aos cidadãos de Nosso Lar,que muitos novos espíritos chegarão a cidade,e a diversas outras “cidades espirituais”,espalhadas pelo mundo,como resultado do inicio da segunda guerra mundial,no ano de 1939.Se parasse por ai,a cena já seria,por demais,marcante,mas não,a cena é seguida por uma seqüência de imagens da guerra,que combinada com a — novamente,maravilhosa — trilha sonora de Philip Glass.
Alguns críticos,criticaram a escolha de Renato Prieto,para o papel principal do filme,devido a sua inexperiência com o cinema,mas Prieto,acabou conseguindo representar a imagem de um pai de família,algo que não tenho certeza,se outros atores conseguiriam fazer quão bem,quanto Prieto o fez.Outro aspecto que também foi criticado no filme,foram suas animações:assisti ao filme em um cinema 2D (o filme nem está disponível em 3D),e devo dizer,obviamente devido ao baixo orçamento (para os padrões internacionais),o filme tem animações não tão boas,mas em geral,você acaba se acostumando,e nem percebe a diferença,acho que a única chance de você notar certas falhas nos efeitos especiais,é assistindo o filme em HD,mas isso só em 2011,quando o filme deve ser lançado em Blu-ray,ou HD-DVD.Mas particularmente também não me simpatizei com os efeitos especiais de “G.I. Joe:A origem de cobra”(2009).
Adorei “Nosso Lar”,mas independentemente de se gostar,ou não do filme filme,é fato,“Nosso Lar” abriu,e está abrindo,novos horizontes para cinema nacional.Em uma época em que cinema nacional tinha “Lula,o filho do Brasil como o filme mais caro em sua história — com o orçamento estimado em R$ 16 milhões —,surge um filme,nacional,repleto de efeitos especiais — embora os efeitos,tenham sido produzidos por uma empresa canadense (a mesma que foi responsável,pelo magnífico “Watchmen-O filme”,2009)— orçado em R$ 20 milhões,que ao contrário de seu antecessor,no posto de “filme mais caro da história do cinema nacional”,está conseguindo se pagar.Até o dia 13/09 “Nosso Lar” já arrecadou mais de R$ 16 milhões,enquanto “Lula,o filho do Brasil”,durante suas mais de 4 semanas em cartaz,arrecadou apenas,pouco mais de R$ 6 milhões ( “Nosso Lar”,está em cartaz à apenas duas semanas).



Imagine só (2009)




A idéia do filme não é nova,e já foi muito trabalhada por Eddie Murphy em filmes “A creche do papai”(2003).Tratasse de um pai que da mais atenção ao trabalho do que a filha.Como já disse a idéia não mas foi bem aproveita,o filme bastante envolvente,consegue prender a atenção do espectador — particularmente isso aconteceu comigo,já que não planejava assistir o filme até o fim mas acabei me envolvendo com a história.O filme aparenta ter sido fortemente influenciado pela crise econômica de 2008/2009 — assim como Wall Street 2,que deve ser lançado ainda nesse ano(2010)—,já que o personagem central(Eddie Murphy)trabalha com ações — aparenta ser um corretor.
Eddie Murphy dá vida à Evan,um executivo — do ramo financeiro — desesperado,que tem problemas para se relacionar com sua filha Olivia (vivida por Yara Shahidi),cuja a qual vive num mundo onde reina sua imaginação.É neste mundo imaginário de Olivia que vivem Kupida, Mopida, Sopida (além da rainha, Qwali),três princesas — que são fruto da imaginação de Olivia —,amigas imaginárias de Olivia.As três amigas imaginárias,”conhecem” o mercado financeiro,e geralmente acertam em suas previsões,sobre os rumos que este irá tomar.Tomando conhecimento disto,o personagem de Eddie Murphy,passa a sempre consultar as três princesas antes de tomar qualquer decisão,com isso acaba se aproximando de sua filha.Até que em certo momento,acaba dando mais importância as previsões das amigas de sua filha,do que a sua própria filha.
Eddie Murphy apresenta nesse filme seu estilo clássico — porém nunca ultrapassado — de fazer comédia,geralmente interpretando pais — esse filme me lembrou muito “A creche do papai” (2003),talvez por novamente trazer Eddie Murphy,no papel de um pai,que dá mais atenção ao trabalho do que ao próprio filho(a).A história do filme nem chega a ser tão interessante,mas a participação de Eddie Murphy,faz com que valha a pena assistir à “Imagine só”(2009).



“G.I. Joe:A origem de cobra”(2009)
“G.I. Joe:A origem de cobra”(2009),não foi muito bem recebido pela crítica,não só nos EUA,como também no Brasil,foi diversas vezes comparado ao fracasso de crítica “Transformers 2”(2009),porém ambos os filmes,foram sucesso de bilheteria — e fazem você se perguntar,para quê serve a crítica cinematográfica,se ela nem sempre reflete a opinião do espectador,ou aquilo que se vê nas bilheterias,servirá ela apenas,para indicar filmes,pouco expressivos ao “Oscar”(como “Guerra ao terror”,2009)? Apesar das desanimadoras críticas de “G.I. Joe”, acabei gostando do filme,que é desde os primeiros minutos cheio de ritmo,aquele tipo,no qual você tem que “pensar rápido”,para acompanhar a história.Em geral “G.I. Joe”,é um filme que chega a ser futurista,com submarinos e naves,com designers extremamente futuristas — algo,que se deve a computação gráfica,a mesma que em certos momento faz com que você se pergunte se está assistindo a uma animação,ou a um filme com atores reais. Apesar da semelhança no roteiro — em meio a uma guerra ( que no caso de “Transformes 2” é entre Decepticons e Autobots,já em “G.I. Joe”,é entre o esquadrão G.I. Joe,e um grupo que segue as ordens de James McCuller;Christopher Ecclestonpresidente;presidente da MARS,uma empresa que fábrica armas para OTAN,mas resolve rouba-las ) ainda um resquício de amor,geralmente envolvendo um casalzinho que não combina(em “Transformers 2” o casal é formado por Megan Fox, e Shia LaBeouf,já em “G.I. Joe”,esse casal é formado por Sienna Miller,e Channing Tatum) —,“G.I. Joe”,é superior a seu,similar de mesmo ano, “Transformers 2”,que à todo momento,apresenta ao espectador uma briga entre robôs,não qual não se consegue diferenciar,Decepticons de Autobots,ou seja,não se sabe quem é o vilão e quem é o mocinho,quando,estes estão,à lutar. Fiquei insatisfeito apenas com a atuação de Channing Tatum,que me pareceu apático,para com as cenas de ação,durante todo o filme.Mas ao mesmo tempo,o filme se desenvolve quão rápido,que não deixa ao espectador,tempo para que este preste atenção nas atuações.A melhor definição “G.I. Joe”,foi dada por Alysson Oliveira,do site Cineweb,que disse “G. I. Joe – A Origem de Cobra é ação pura, do início ao fim”. O filme não chega à ser comparável com “Watchmen – O Filme”(2009),mas é superior a toda a saga de “Transformers”,até então conhecida pelo público.



Michael Jackson
Acho que sempre vou me arrepender da primeira reação que tive ao saber da morte de Michael Jackson.Senti uma sensação de alivio,que aquele era um fato que havia demorado para acontecer — antes que você(fã),me critique,leia o texto até o fim.Lembro-me como se fosse hoje — na verdade nem faz tanto tempo,aproximadamente um ano e meio —,era 25 de junho de 2009,o ano até então não ia muito bem para mim,era uma quinta feira,na época,como ainda não tinha TV por assinatura,assistia muito TV aberta — a Globo —,naquele dia acho que estava assistindo a novela Caras & Bocas — não tenho certeza —,até que em um intervalo comercial veio a noticia,Michael havia sido internado,lembro-me que foi um boletim do jornal nacional,acho que começou na voz de Fátima Bernardes,que e em seguida deixou que Willian Bonner (com relação a isso não me lembro muito bem,mas acho que foi desse jeito)terminasse de ler a nota.Naquele momento não prestava atenção ao noticiário como um fã,apenas como alguém que a tempos não via uma cobertura jornalística como aquela,afinal a última vez em que havia visto algo parecido fora durante a crise econômica mundial,mas naquele momento esse assunto já começava a ganhar menos importância nos noticiários,já que a economia mundial já começava a se recuperar — mesmo que à passos lentos.Mas hoje fazendo uma comparação,posso facilmente perceber que a cobertura da morte de Michael foi muito maior,e muito mais interessante,já que me lembro,que naquele momento ninguém sabia o que era verdade,e o que era mentira,já que as grandes agências de noticias,tiveram uma certa cautela antes de confirmar a morte de Michael,ao contrário de certos sites de fofoca,como o TMZ — que após a morte de Michel ganhou muita credibilidade,já que foi o primeiro a confirmar a noticia.Acompanhava as noticias impressionado com a pressa que as emissoras do mundo tiveram para enviar seus repórteres,acionar seus correspondentes,lembro que até o fim do dia quase todos os canais,que no primeiro momento reprisavam imagens da CNN,já tinham seus próprios repórteres na Califórnia. Até então tudo que sabia de Michael Jackson,era que ele tinha tentado jogar seu filhos mais novo pela janela (com o passar do tempo entendi a verdade sobre esse fato,apesar de ainda não confiar muito naquele documentário de Martin Bashir),ou que ele já havia sido acusado diversas vezes de abusar sexualmente de crianças — até então nem sabia o nome de seu rancho —,via em Michael um monstro,nem conhecia Thriller.Os dias se passaram,até que certo dia,resolvi pesquisar um pouco mais sobre sua carreira,ouvir suas músicas,já que havia gostado de Billie Jean — lembro que naquela época Sônia Abrão,passou um dia inteiro alternando entre Thriller e Billie Jean dentro de seu programa,o A tarde é sua.Aos poucos fui me transformando num fã de Michael,entendendo seus motivos,e até me espelhando em suas atitudes,já que de certa forma me identificava um pouco com ele. Começava a deixar de vê-lo como um monstro,começava a vê-lo como um gênio.
  Desde o começo daquele ano (2009) já tinha começado a estreitar minhas relações com meu lado musical — fazendo um curso de violão,cheguei a conhecer um músico importante,quando se trata de violão erudito,Sidney Molina,era seu nome,um dos integrantes do grupo Quaternaglia — mas ainda me faltava um ídolo,uma fonte de inspiração,encontrei esse ídolo,essa inspiração em Michael.Infelizmente acabei não dando muito certo como violonista,em um ano aprendi apenas uma ou duas músicas,não culpo ninguém apenas a mim mesmo,já que não tinha paciência para passar horas treinando em casa,lembro de minha professora dizendo:

—Calma Daniel.Ela dizia que eu era muito ansioso,já que quase sempre errava o tempo das músicas,ia muito rápido.




Sidney Molina
Mas esse ano que com certeza foi o mais musical de minha vida,acabaram me sobrando,boas lembranças — como uma apresentação que fiz no conservatório,da qual nunca me esquecerei — grandes amigos — com alguns ainda mantenho contato —,e claro a lembrança de ter descoberto um grande ídolo,que se hoje(29/08) estivesse vivo completaria 52 anos,é mais que evidente que estou falando de Michael Jackson,nunca o conheci pessoalmente,nunca o conhecerei,mas sua música marcou minha vida — apesar de nunca,ter conseguido reproduzi-la,nas cordas de meu violão.



Cena do filme Se eu Fosse você 2 (2009)
A idéia não era nova,mas mesmo assim foi um sucesso,em gênero que até estava carente de bons filmes no Brasil:a comédia,é claro,que estou falando de Se eu fosse você (2006),a comédia dirigida por Daniel Filho,o mesmo que anos depois - na verdade 3 anos depois,um período curto se comparado ao tempo que os filmes demoram para ter uma sequência atualmente(em média dois anos) -,produziria Se eu fosse você 2(2009),de igual qualidade - alguns consideram o filme até melhor que o primeiro,mas não concordo com isso,ambos os filmes giram em torno do mesma tema com os mesmos personagens,a história é a única diferente,já que o segundo filme tem alguns personagens e detalhes à mais,mas acho que estes personagens e detalhes à mais não fazem com que este segundo filme seja melhor que o primeiro - e com uma trilha sonora interessante,principalmente quando se trata da música que leva o mesmo nome do filme ( Se eu fosse você),interpretada pelo cantor Latino.

  Se você é fã da série Se eu fosse você,e já estava começando a sentir saudades de Cláudio(Tony Ramos),Helena(Glória Pires) e até da Bia(Isabelle Drummond),pode parar de se preocupar,o diretor Daniel Filho e a Globo Filmes(co-produtora do filme)já confirmaram que a série ganhará um terceiro filme,que deve começar a ser gravado em 2012,e deve ser lançada no mesmo ano,ou talvez no início de 2013 - será que teremos a chance de assistir Se eu fosse você 3 ,final dizem que o mundo vai acabar em 2012(piada) .Dessa os personagens não devem trocar de corpos entre si novamente,a idéia que vem ganhando mais força entre os roteiristas,é que nesta sequência os personagens (Tony Ramos e Glória Pires já foram confirmados no elenco,portanto é quase certa a volta de Helena e Cláudio) se transformem em crianças em corpos de adulto(segundo o Jornal carioca Extra,em sua edição do dia 15/07).



Pôster mundial de Avatar-Special edition
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Hoje descobri que já se fala numa continuação de Avatar(2009),mas não só numa segunda parte,o diretor James Cameron,já fala também numa terceira parte,para Avatar,que poderia ser filmada simultaneamente com a segunda parte - para reduzir o custos da produção,já que a primeira teve custos exorbitantes - ,mas vale lembrar que por enquanto tudo isso é mera especulação - apesar das probabilidades serem grandes,já que a Fox(produtora do filme),já havia se mostrado interessada em produzir uma sequencia,do filme.

 A idéia de transformar Avatar em uma série,realmente faz sentido,já que muitas outras séries estão chegando a seu fim,como Harry Potter,ou até mesmo Shrek,é provável que Avatar se torne um fenômeno similar a Star Wars  - fala-se sobre uma sobre um sétimo capítulo,da série de ficção científica,mas as possibilidades são remotas -,mas Avatar  ,não deve ficar sem uma concorrência no gênero de ficção científica,já que Star Trek 2 (estréia prevista para 2012),deve ter suas filmagens iniciadas no decorrer de 2011.

 Enquanto Avatar 2 (que tem estréia prevista para 2013),ou Avatar 3(ainda sem previsão de estréia)não viram realidade,para os fãs,os mesmo terão a oportunidade de poderem voltar aos cinemas,para assistir Avatar - desta vez somente em 3D digital,ou IMAX -,já que a Fox Brasil,confirmou no dia 29/07 que Avatar-Special edition - uma edição especial de Avatar  com oito minutos a mais - também vai estrear nos cinemas brasileiros.A edição especial de Avatar deve chegar aos cinemas brasileiros no dia 15 de outubro - lembrando que esta edição de Avatar  estréia no dia 27 de agosto no cinemas americanos.



Leia também:

->Uma nova oportunidade para assistir Avatar em 3D


Gosto de visitar alguns fóruns sobre tv,na internet,hoje enquanto visitava à um deles,me deparei com seguinte tópico "Por que o cinema brasileiro não decola?",escrito pelo usuário leodanton,talvez a pergunta até faça sentido,mas após responder ao tópico,comecei a me perguntar,o que o brasileiro pensa a respeito do cinema nacional,tive um  leve repúdio,para com os argumentos,que o usuário utilizou para críticar o cinema nacional,expressei meu repúdio através de minha postagem no fórum,mas achei interessante trazer este tema para o Cinema & CIA.A algum tempo - antes de procurar conhecer o cinema nacional um pouco mais a fundo -,eu acreditava que o cinema nacional era o que se poderia chamar de  "pura sacanagem" - talvez porque,é essa a imagem que os mais velhos nos passaram durante nossa infância,e adolescência,mas isso se deve ao fato de que estas pessoas,ditas mais velhas,viveram durante o auge da Pornochanchada,um gênero que tentava burlar a censura na década de 70,e que ficou famoso por exibir cenas eróticas,mas não de sexo explicito,algumas pessoas chegaram a confundir o gênero com outro:o pornõ,muitas atrizes que posteriormente fariam sucesso na tv iniciaram suas carreiras nesse gênero,um bom exemplo é Sandra Barsotti que fez uma aparição em Viver a Vida,a ultima novela das oito  -,mas com o passar do tempo,e assistindo mais aos filmes nacionais acabei mudando minha opinião,percebi que alguns filmes,embora em determinadas partes sejam melhores que revistas masculinas,tem historias magníficas como é o caso de Budapeste (2009) - em alguns momentos o filme lembra as pornochanchadas(acima citadas).Mas atualmente existem outros filmes nacionais de sucesso,que conseguiram obter êxito,sem chegar ao tradicional clichê,criado e praticado no cinema nacional,que consiste em mostrar cenas,onde há uma explicita alusão ao sexo,ou em alguns casos cenas de sexo(não explicito,como é acontece em A casa da mãe joana,2008),esse filme é Tropa de elite(2008),que apesar de estar imune a esse clichê,aposta em outro mais novo,aquele que tem por "objetivo" mostrar,cenas de violência "excessiva".
  Hoje assisti outro excelente filme que contribuiu ainda mais,para confirmar meu novo ponto de vista,a respeito do cinema nacional,esse filme é na verdade um documentário,seu titulo é Estamira(2006,imagem acima/direita),o documentário retrata o cotidiano de Estamira,uma mulher que é deficiente mental,e ao mesmo tempo vive como catadora de lixo no lixão de Gramado.O  documentário chegou à ser criticado,pois seu diretor,Marcos Prado teria pago ao entrevistados,e supostamente estaria dando uma espécie de mesada à Estamira.Apesar deste fato,o filme/documentário é excelente,retrata,com veracidade - aparentemente - o cotidiano,de uma catadora de lixo que sofre com esquizofrenia.

 No começo deste artigo citei um fórum no qual um usuário,criou um tópico com o seguinte titulo "Por que o cinema brasileiro não decola?",e gostaria de encerrar este artigo com as palavras palavras parecidas,ou iguais as que usei,quando respondi a tal tópico:neste tópico o usuário embora perguntasse porque o cinema brasileiro não dava certo,em diversos momentos [dentro de seu texto],o mesmo tentava comparar o cinema nacional,ao cinema americano.Obviamente gosto de cinema americano,como não gostar? se este é um dos cinemas mais ricos e evoluídos do mundo,foi este pais que no passado nos apresentou grandes gênios do cinema como Alfred Hitchcock (que apesar de ter a Inglaterra,como seu pais de origem,produziu seus maiores clássicos nos EUA;imagem acima/esquerda),Charles Chaplin,,John Ford (um mestre nos filmes de faroeste)- Sou grande fã do primeiro,sendo este também a personalidade com a qual estou mais familiarizado,dentre as outras citadas.Mas mesmo assim creio que não devemos subestimar o cinema nacional,acho também que não podemos compara as obras cinematográficas de um país,com as de outro país,afinal cada pais tem sua cultura,seus costumes;cada pais tem uma forma unica e inimitável de fazer cinema.



Tiago Leifert,um "quase um nerd sem óculos"
No inicio de sua carreira,chegou-se a duvidar de seu talento como apresentador de programas esportivos,foi discriminado,pois alguns acreditavam que o mesmo ganhará o comando da versão paulista,do diário esportivo,GLOBO ESPORTE,apenas por ser filho de Gilberto Leifert, um diretor de alto escalão da Rede Globo.Você já deve saber de quem estou falando,é de Tiago Leifert,o jovem que iniciou sua carreira como um "nerd sem óculos"(como disse Daniel Castro).No começo o projeto iniciado no começo de 2009 que tinha por objetivo dar um apresentador que falasse uma linguagem,que o jovem poderia facilmente compreender - através de inguma luagem cômica e espontânea,para alcançar este objetivo  a globo aboliu o uso do teleprompter (aparelho que projeta o texto que o apresentador lê olhando para a câmera) - ,ao GLOBO ESPORTE de São Paulo,quase fracassou,já que nos primeiros dias em que  Tiago(que fora o escolhido para falar esta linguangem) esteve no comando(já que o mesmo é também editor-chefe do programa), o programa acabou se transformando num festival de erros,mas no decorrer das semanas em que estava a frente do programa Tiago acabou adquirindo experiência e consequentemente conseguiu provar que não estava a frente ,da versão paulista do GLOBO ESPORTE ,graças ao fato de ser filho de um poderoso executivo da Rede Globo,Tiago estava conseguindo mostrar seu talento.




Uma das inúmeras situações cômicas que surgiram no

programa,girava em torno da semelhança física existente

entre Tiago e o até então técnico do Corinthias,Mano Menezes
 Até momento acreditasse que o auge da carreira de Tiago,tenha sido  - durante  o programa que alguns acreditam ter sido um teste,da Globo,para medir a aceitação de Tiago por parte do publico,já que atualmente existem boatos de que a emissora carioca(Globo) esteja planejando dar um programa em rede nacional à Tiago,ou criar uma versão unica(para todo o Brasil)do GLOBO ESPORTE ,a qual seria comandada por Tiago - durante a copa do mundo,quando Tiago apresentou O central da Copa,um programa que teve bons índices de audiência/aceitação pelo publico,portanto em breve devemos ter Tiago apresentando,algum programa com uma periodicidade em rede nacional.Tiago é muito talentoso e agora que está conseguindo expor seu talento,terá grandes chances na tv.



Zé do Caixão,um dos destaques do Canal Brasil
Poucos canais são tão bem definidos,com relação a seu conteúdo quanto o Canal Brasil.O canal aparentemente só tem uma limitação,para com seu conteúdo:o mesmo deve ser brasileiro,para fazer jus,ao nome do canal.Ainda não tive muito tempo com o Canal Brasil - já que tive alguns problemas,para tê-lo,junto à minha operadora de tv por assinatura -,mas estou gostando,nesse pouco tempo já tiver a oportunidade de assistir algumas situações,personagens clássicos do cinema nacional,como por exemplo o programa O estranho mundo de Zé do caixão - programa,que como,já é explicitamente sugerido por seu nome,é apresentado pelo cineasta é ator,José Mojica Marins,famoso por um de seus personagens,o Zé do Caixão.O programa é exibido pelo Canal Brasil,todas às sextas-feiras na faixa das 0 horas -,ou até mesmo um filme de Dercy Gonçalves,datado de 1958(A grande Vedete),em que atriz aparece bem.Isso sem mencionar os curtas nacionais,exibidos pelo canal,os quais ainda não tive muito tempo para assistir.Assisti apenas uma parte de um dos curtas:A rua dos bobos(2009),o qual é interessante,num estilo bem brasileiro,com poucas falas,a história é contada principalmente por meio de recursos visuais.

 Fiz questão deste canal junto a minha operadora,pois lia muito à seu respeito e de sua programação,também por considerar o canal uma das poucopções,na tv,onde poderia assistir à clássicos do cinema nacional,sem depender de canais públicos,ou de raríssimas exibições de tais clássicos,tanto na tv por assinatura quanto na tv aberta,onde tais exibições,são quase inexistentes,e quando existentes,são,quase sempre durante a madrugada(com relação a tv aberta).Até o presente momento estou satisfeito com o canal,e com sua programação,e acho que não devo mudar minha opinião por um longo tempo - pelo menos espero,que assim seja.



Cena do filme Jean Charles(2009)
Geralmente não gosto dos filmes em que o ator Selton Mello participa - não sei ao certo porque,talvez por  não ter gostado do filme Meu nome não é Johnny(2008),filme que não tive paciência de assistir até o fim -,mas devo confessar que gostei de Jean Charles(2009),o filme tem excelentes atuações,com destaque para  Luís Miranda,que aparece excelentemente no papel de Alex.

 Não achei ruim a historia de Jean ser contada pelo ponto de vista de sua prima - embora o filme tenha sido duramente criticado por isso -,pois isso acabou proporcionando ao espectador uma noção - ainda que pequena - do sofrimento pelo qual os amigos e parente de Jean passaram,sofrimento que acaba passando despercebido na história,já que o filme não é tão dramático quanto poderia ser.

  Inicialmente o filme fora encomendado pela BBC mas a produtora inglêsa acabou entrando em desacordo com o diretor,pois o mesmo pretendia contar a história de Jean do ponto de vista dos brasileiros,justamente o contrário do que a BBC queria,a mesma acabou abandonando o projeto,mas diretor,Henrique Goldman,não,que buscou por outra produtora para produzir o filme.

 O filme não mostra o sofrimento dos pais de Jean - algo que julgo ser positivo,já que sou contra explorar o sofrimento de terceiros,em prol de alcançar altos índices de bilheteria -,mas acaba sendo como um aspecto negativo pela crítica.